URGENTE: EUA Capturam Nicolás Maduro em Operação Militar e Caracas Declara Emergência
Foto: Federico Parra/AFP
Em uma operação militar e policial sem precedentes na madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026, as forças dos Estados Unidos realizaram um ataque em larga escala em território venezuelano que culminou na prisão do líder Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. O anúncio foi feito pelo presidente Donald Trump através de suas redes sociais, gerando uma onda imediata de choque e instabilidade na América Latina.
A Noite dos Bombardeios
Testemunhas em Caracas relataram fortes explosões e colunas de fumaça em pontos estratégicos da capital, além das regiões de Miranda, Aragua e La Guaira. A operação, descrita como uma “ação cinética” de precisão, teria sido executada pela Delta Force em conjunto com agências policiais norte-americanas.
Segundo a Casa Branca, Maduro e Flores foram retirados do país por via aérea pouco antes do amanhecer. A Procuradora-Geral dos EUA, Pam Bondi, confirmou que o casal será levado a um tribunal em Nova York para responder por acusações de narcoterrorismo, lavagem de dinheiro e liderança do chamado “Cartel dos Sóis”.
Reação e Caos em Caracas
O governo venezuelano, agora sob o comando administrativo da vice-presidente Delcy Rodríguez, classificou o episódio como um “sequestro” e uma “agressão imperialista vil”. Em pronunciamento oficial, o Ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, afirmou que as forças armadas estão em estado de prontidão máxima e exigiu uma “prova de vida” imediata do casal.
“A Venezuela não se ajoelha diante da bota estrangeira. Estamos reunindo informações sobre as vítimas civis deste ataque covarde”, declarou Padrino López.
Impacto Internacional e Diplomacia
A repercussão no Brasil foi imediata. O presidente Lula condenou a ação, afirmando que os bombardeios “ultrapassam uma linha inaceitável” e violam a soberania regional. Enquanto isso, aliados tradicionais de Maduro, como Rússia, Irã e Cuba, exigiram explicações imediatas e condenaram o que chamaram de “agressão armada”.
| Liderança | Reação |
| Donald Trump (EUA) | Celebrou a “operação brilhante” e marcou coletiva em Mar-a-Lago. |
| Lula (Brasil) | Condenou a invasão e cobrou resposta urgente da ONU. |
| Delcy Rodríguez (VEN) | Declarou estado de emergência e denunciou sequestro. |
| ONU | Convocada para reunião de emergência pelo governo colombiano. |
O que vem a seguir?
O destino político da Venezuela entra em um vácuo de poder sem precedentes. Enquanto a oposição, liderada por figuras como María Corina Machado e Edmundo González, observa o desenrolar dos fatos, a comunidade internacional teme uma escalada de violência interna ou um conflito regional.
Uma coletiva de imprensa detalhada está agendada para as 13h (horário de Brasília) em Mar-a-Lago, onde Trump deve apresentar evidências da operação e os próximos passos judiciais para o agora ex-líder venezuelano.

